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Violência doméstica: Promotora Ângela Balieiro apresenta ‘aplicativo Anjo’ em evento

O Aplicativo Anjo é uma plataforma de denúncia de violência doméstica.

A coordenadora Núcleo Mulher, promotora Ângela Balieiro, participa no dia 17 de março do evento “Quebrando tabus e abrindo espaço”, promovido pela Sportheca, plataforma de transformação para a indústria do esporte focada em inovação e tecnologia em escala.


A promotora participa do 1º Painel denominado “Aplicativo Anjo: tecnologia e inovação em prol da defesa da mulher”. O Aplicativo Anjo, é uma plataforma de denúncia de violência doméstica que permite o registro de uma ocorrência em tempo real. Por meio do aplicativo, a denúncia pode ser feita de qualquer celular Android, em modelos mais antigos e atuais de smartphones. A ferramenta foi idealizada pela Polícia Civil.


Clique aqui para acessar mais informações sobre o evento


O Núcleo Mulher

 É vinculado ao Centro de Apoio Operacional Criminal e tem entre suas atribuições a missão de organizar e viabilizar o acesso a banco de dados referentes à legislação, serviços, entidades e outras áreas atinentes à violência contra a mulher.

O Núcleo Mulher, ligado ao Centro de Apoio Operacional Criminal (CAO/Criminal), foi criado através da resolução nº 005/2011/MP/CPJ sendo revogada parcialmente pelas Resoluções de  nº 002 e 007/2012/CPJ do Colégio de Procuradores de Justiça, e, consolidada com a republicação da Resolução nº 002/2012/CPJdo Colégio de Procuradores. 

Coordenação
Promotora de Justiça Ângela Maria Balieiro Queiros

Atribuições

1) Opinar e oferecer sugestões sobre questão envolvendo a violência contra a mulher;

2) Organizar e viabilizar o acesso a banco de dados referentes à legislação, serviços, entidades e outras áreas atinentes à violência contra a mulher, com o apoio do Departamento de Informática do Ministério Público;

3) Coordenar, em conjunto com o Centro de Apoio Operacional Criminal:

  • Atividades de divulgação ou debate público referente à violência contra as mulheres;
  • Grupos de trabalho e estudo para análise e sugestão de solução de problemas envolvendo a violência contra a mulher;

4) Participar da discussão e do acompanhamento de projetos de lei relacionados ao exercício das atribuições ministeriais na defesa das garantias dos direitos humanos, no que se refere às mulheres;

5) Fomentar e acompanhar programas junto a órgãos governamentais e não governamentais de prevenção e combate à violência contra a mulher;

6) Participar do gerenciamento interno dos projetos e atividades realizadas em parceria com outras instituições, referentes à violência contra a mulher;

7) Realizar outras atividades relacionadas ao tema da violência contra a mulher em apoio aos órgãos de execução do Ministério público, em especial as previstas em Convênio ou outros instrumentos firmados com outras entidades governamentais e não governamentais, sob a coordenação do CAO-Criminal.

Com informações do MPPA.

Foto/Divulgação.

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