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Mutação mais perigosa de covid-19 predomina em 6 estados, diz Fiocruz

Fundação sugere medidas mais rigorosas de restrição da circulação para evitar disseminação de variante.

A variante mais contagiosa da covid-19 se tornou predominante em pelo menos seis estados, aponta estudo divulgado nesta 5ª feira pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O número, porém, pode ser maior, pois a pesquisa foi feita somente em oito dos 26 estados.

O estudo indica que os casos de coronavírus eram de variantes mais agressivas em:

71,1% dos casos analisados no Ceará;

70,4% dos do Paraná;

63,7% de Santa Catarina;

62,7% do Rio de Janeiro;

62,5% do Rio Grande do Sul;

50,8% de Pernambuco.


Apenas dois estados tinham menos da metade dos casos sendo de mutações da covid-19:

 Alagoas, com 42,6% de casos da variante mais contagiosa;

Minas Gerais, com 30,3%.


Novo protocolo

As mutações foram identificadas graças a um novo protocolo de RT-PCR desenvolvido pela Fiocruz Amazonas.

O exame é capaz de detectar a mutação comum em três das chamadas "variantes de preocupação" que circulam no mundo: a P.1, identificada inicialmente no Amazonas; a B.1.1.7, do Reino Unido; e a B.1.351, da África do Sul.

Segundo a Fiocruz, "há indicações de que a prevalência que está sendo observada nos estados esteja associada à P.1 [mutação surgida no Amazonas], uma vez que as outras duas variantes [da África do Sul e do Reino Unido] não têm sido detectadas de forma expressiva no território brasileiro".

Restrições

O estudo conclui que é necessária a "imediata adoção ampla de medidas não farmacológicas de proteção com o objetivo de reduzir a velocidade da propagação e o crescimento do número de casos".

Entre as medidas estão o distanciamento físico, o uso de máscaras, a higiene das mãos e a adoção de medidas mais rigorosas de restrição da circulação e das atividades não essenciais.

Com informações do Jornalismo/SBT

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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