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Desembargador é acusado de beneficiar amigos

O desembargador federal Edgar Antônio Lippmann Júnior, suspeito de envolvimento na liberação irregular de precatórios judiciais no Rio Grande do Sul, vai responder a Processo Administrativo Disciplinar no Conselho Nacional de Justiça.

Na sessão desta terça-feira (1º/3), o Plenário do CNJ acolheu, por unanimidade, o voto da relatora do caso, a ministra e corregedora nacional de Justiça Eliana Calmon.




Ela fundamentou seu voto em inquérito da Polícia Federal e em sindicância instaurada após reclamação disciplinar proposta pela 1ª Vara Criminal Federal de Porto Alegre contra o desembargador.

O inquérito se baseia em interceptações telefônicas que apontam indícios de que advogados envolvidos nas irregularidades eram beneficiados devido à proximidade com o desembargador. Já a sindicância mostrou que, por conta da estreita ligação com os advogados, o desembargador recebeu favores de diversas naturezas.




Lippmann se defendeu durante a sessão, alegando que, apesar de ter deferido o pedido para que uma empresa recebesse precatórios judiciais, observou na liminar que o pagamento só deveria ser feito após o processo ter transitado em julgado.




Fonte: CONJUR

Comentários

Anônimo disse…
carlos, e famoso desembargador que é concunhado de um juiz de um interior daqui de perto de belém que é avesso ao trabalho, é medroso, só processa ladraozinho, deixando os peixes graúdos, os verdadeiros ladroes d odinheir público de fora. pois se sabe que o tal desembargador - gente boa por sinal muito educado, tem um problema: a esposa dele nao tem qualifcação para conseguir emprego e depende de cargos comissionados nasprefeituras e no govenos. Depois de a cunhadinhapassar anos recebendo dos cofres da prefeitura onde o juiz preguiçoso trabalha ele -o preguiçoso - pgou o favor rejeitndo a beladenunciaque o mp fez contra um lalauinho. é... uma mao lava a outra na republiqueta da amizade. tudoem familia. se o lalauzinho nao ficar inelegivel, ee pode voltar e a cunhadinha dojuiz tememregao dela de volta. alias, ela nem ia lá,a nao ser qando queria vender joias para s servidores . Abra o olho, deputado, o juiz cunhado da ex-servidora fantasma do lalauzinho é tambem o eleitoral da republica famiiar. qualquer coisa, CNJ nele.
Carlos Baía disse…
é anônimo dás 14:34, se esta cidade for a que estou pensando, não duvida nada não!

porém, se pudesse dar nome "aos bois", poderiamos começar fazer um levantamento e encaminhar o resultado ao MP e depois a Justiça, Ops! Justiça Não (a da cidade não)kkk é CNJ MESMO!!


Obrigado;