segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Paralimpíadas 2016: Barcarena trouxe 12, das 56 medalhas conquistadas pelo Pará em São Paulo.

Com a conquista de 56 medalhas, o Pará encerrou nesta sexta-feira (25) sua participação nas Paralimpíadas Escolares 2016, realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro , na cidade de São Paulo (SP), de 22 a 25 de novembro. Neste ano, a participação dos atletas paraenses na competição já é considerada uma das melhores, com 19 ouros, 22 pratas e 15 bronzes, colocando o Estado no quinto lugar no ranking dos ganhadores de medalhas e em sétimo na classificação final por pontos, com 226. Exibindo suas medalhas, os estudantes aproveitaram a festa de encerramento.


Das 56 medalhas, 12 foram conquistadas por estudantes de Barcarena. Este ano o município foi bem representado por seus 11 atletas.

A estudante Adriane Minas, 16 anos, conquistou uma medalha de ouro e duas de prata, sendo um dos destaques da competição. Em 2015 ela ganhou três medalhas. "Minha família sempre me apoiou muito, meus pais me incentivam. Adoro esporte!", garantiu a campeã barcarenense.

Na natação outro Barcarenense fez bonito, José Thiago Moraes Silva conquistou a prata na prova dos 100 metros, classe S6. Morador de Barcarena e aluno da Escola Municipal Maria Rosângela, ele fez questão de compartilhar a notícia da vitória com a mãe assim que terminou a prova. "Ela ficou muito feliz, mas sei que ela está lá preocupada porque eu vim sem ela, apenas na companhia dos meus professores. É a primeira vez que eu participo e estou muito satisfeito de estar aqui".
A Secretária de Educação de Barcarena Ivana Ramos e uma equipe de servidores acompanharam os atletas na competição, e se orgulharam do trabalho que é realizado para se chegar a estes resultados 


Veja como ficou o resultado para os Barcarenenses, antes veja o nome dos representantes:

JOSÉ THIAGO MORAES SILVA , ANDRESSA PINHEIRO PINHEIRO, CAIO VIEIRA DA SILVA, EMERSON MODESTO DA PAIXÃO,  ERYKA WANESSA MORAES SILVA,  WILLIAN DIAS BOTELHO, MATEUS RAMOS RAMOS, NEILA DE SOUSA SOARES,  VALDESON GOES,  LUCAS DE SOUSA COUTINHO e JOHNATAN ANDRADE.


NATAÇÃO:

Andressa pinheiro -1º lugar nos 50 e 100m Craw e 1º nos 100m costas
 José Thiago – 2º lugar nos 100m Craw e 100m costas.
Caio Vieira -  2º lugar nos  200m Craw e 3º lugar 100m costas.
Mateus Ramos – 2º lugar nos 100m Craw, 100m peito e revezamento 4×50 livre.


ATLETISMO:

Valdeson Góes - Bronze nos 200 metros
Eryka Wanessa - Prata nos 400metros


FUTEBOL DE 7:
Willian Botelho


BOCHA:
Lucas Coutinho


No total, os barcarenenses trouxeram na bagagem 3 medalhas de Ouro, 7 de Prata e 2 de Bronze.


Alguns registros da festa esportiva:











PARABÉNS AO PARÁ, PARABÉNS A BARCARENA!!!


Texto adaptado da Agência Pará

Joaquim Barbosa faz parecer "pro bono" e auxilia réu acusado de homicídio

Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa foi parte fundamental na absolvição de um acusado de homicídio no dia 24 de novembro. O antigo julgador deu um parecer para a defesa do réu, buscando desarticular a denúncia, classificando-a como vaga e genérica. O parecer de Barbosa foi feito de forma pro bono, o que é raríssimo no Brasil. A defesa coube ao advogado Theodoro Balducci de Oliveira, que também atuou pro bono. A absolvição veio do 3º Tribunal do Júri de São Paulo.


Barbosa afirmou que a denúncia era inepta, por não descrever em detalhes qual teria sido a participação do réu que ajudou a defender. 
“Uma leitura rápida e superficial da peça acusatória permite de pronto extrair a sua característica mais marcante: o extraordinário e perturbador laconismo na descrição dos fatos tidos como criminosos que foram imputados ao réu. A narrativa fática contida na denúncia não apresenta uma única palavra sobre quais atos teriam sido efetivamente praticados por e tampouco informa como ele teria contribuído, concorrido ou participado da prática criminosa. Não há uma linha sequer sobre essa importantíssima exigência legal”, afirmou Barbosa.
O réu era acusado de participar do homicídio de um jovem de 12 anos de idade, que tinha dívidas com um traficante e assaltava pessoas perto do ponto de vendas, prejudicando a lucratividade da atividade criminosa. A denúncia afirmava que o acusado, com outros dois homens, atraiu o garoto para um beco e o enforcou com uma corda de nylon.

Algumas perguntas:
Para o ex-ministro, algumas perguntas saídas da denúncia ficaram sem respostas: a narrativa acusatória é minimamente detalhada de modo a permitir que se saiba qual conduta foi praticada por cada um dos denunciados? Como ocorreu o crime? Como os três réus teriam atraído a vítima até o local do crime? Os três acusados enforcaram o menor? Somente um dos agentes enforcou o menor e os demais apenas o contiveram para impedir uma fuga?

“Nenhuma dessas perguntas encontra resposta na descrição delitiva apresentada na denúncia, de modo que a vagueza, a pobreza descritiva e a generalidade da peça inaugural configuram inépcia por impossibilitar o exercício do direito de defesa por parte do acusado. Isto porque, obviamente, é impossível defender-se de algo que não se sabe o que é”, argumenta Barbosa.

Ouvi dizer:
Outro ponto explorado no parecer é o testemunho como provas contra o réu. Os indícios apresentados na denúncia são a autópsia (“que só mostra que ele morreu asfixiado”) e a palavra de pessoas do bairro. Porém, nenhuma testemunha presenciou o fato. Todas disseram ter ouvido falar que o acusado estava envolvido.  
“Ora, todas as testemunhas arroladas no caso sobre o qual este Parecer se debruça podem ser classificadas como hearsay testimony, ou seja, a testemunha indireta, do ‘ouvi dizer’, pessoa que ‘não viu ou presenciou o fato e tampouco teve contato direto com o que estava ocorrendo, senão que sabe através de alguém, por ter ouvido alguém narrando ou contando o fato’. Evidentemente, o valor probante de tais declarações há de ser severamente mitigado”, argumentou.

Clique aqui para ler o parecer. 
Processo 0004611-15.2015.8.26.0052

Barcarena sediará o "Segundo Fórum de debates: a logística voltada para o Arco Norte".

O Presidente do Cedes, Deputado Lúcio Vale, convida para participar do “Segundo Fórum de debates: a logística voltada para o Arco Norte”, evento conduzido pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados (Cedes), a realizar-se na cidade de Barcarena-PA.
Arquivo/Arco Norte
O evento, programado para o próximo dia 02 de dezembro de 2016 (sexta-feira), será realizado a partir das 19:00, no salão de eventos do Samaúma Park Hotel (Avenida Beira Mar, 01, Barcarena/ PA).
No encontro pretende-se expor e debater com os principais atores públicos e privados envolvidos, para o denso estudo promovido pelo CEDES, cujo Relatores são o Deputado Lúcio Vale (PR-PA) e o Deputado Remídio Monai (PR-RR).
O CEDES é um colegiado composto por 19 parlamentares e um presidente que, com o suporte técnico de equipes multidisciplinares de consultores legislativos, promove estudos de grande relevância nacional, ao término dos quais são elaboradas proposições legislativas e/ou indicações para o Poder Executivo.

Barcarena/Pa.
O estudo “Desafios do Arco Norte”, iniciado em abril de 2015, assim como os demais trabalhos conduzidos pelo CEDES, resultará em publicação (impressa e virtual), a ser distribuída para parlamentares integrantes do Congresso Nacional, consultores legislativos e de orçamento, acadêmicos, gestores, universidades, bibliotecas e especialistas afins com a matéria estudada.
O estudo relatado pelos Deputados Remídio Monai e Lúcio Vale abrange as áreas de Logística, Planejamento e Política de Transportes, Integração Intermodal, Formas utilizadas para Captar Investimentos e Marcos Regulatórios, Licenciamento Ambiental, Portos, Hidrovias, Ferrovias e rodovias (inclusive o prolongamento da BR-210), e tem por objetivo final a apresentação de proposições legislativas que efetivamente aumentem a segurança jurídica dos investidores e contribuam para alavancar os necessários investimentos em infraestrutura.