quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bragança: Realizada 1ª Cavalgada Camponesa da Fazenda São Marcos


No domingo dia 16.10, aconteceu a tão esperada “ 1ª Cavalgada  Camponesa da Fazenda São Marcos” na  Vila do Campinho Estrada Montenegro em Bragança no Pará.

O elogiado evento contou com  a participação de comitivas das cidades de  Bragança, Vizeu e Santa Luzia do Pará, com a presença registrada de “João do Galo”, “Dos amigos”, “Vem quem Quer”, “Fazenda Reunida Comitiva do Berg” e “Arrebenta Porteira”.

Participação da Locutora de Rodeio, Jocácia Mendes de Marabá e a Dupla Sertaneja Tom & Dasso.

A festa teve a organização de Marco Leal, Lena Leal & Família


"O evento surgiu de uma brincadeira que um amigo me disse: Marco faça uma cavalgada em sua fazenda para irmos passar um dia de lazer e confraternizarmos, aí aconteceu e foi um sucesso" conta Marco Leal.

"O objetivo é reunir os amigos cavaleiros e fazendeiros para brincarmos e se divertir, além de divulgar o esporte que é prazeroso e charmoso" disse Lena Leal umas das organizadoras do Evento

A 1ª  Cavalgada contou com aproximadamente  500 pessoas, sendo 200 cavaleiros com seus respectivos cavalos e o restante fazendeiros  e pessoas comuns brincantes.

Com o sucesso do primeiro evento, a "Cavalgada Camponesa da Fazenda São Marcos" vai ocorrer sempre no 3º domingo de Outubro na Fazenda São Marcos na Vila Campinho em Bragança no Pará.

REGISTROS CONSEGUIDOS PELO BLOG:

Ronaldo Leal, Nato Costa, Ex-prefeito de Stª Luzia e Judenir Leal          


Prefeito de Stª Luzia Adamor Aires




Marco Leal, Jocácia Mendes e Lena Leal


Marco Leal, Tom, Anacira e Ronaldo Leal


Ao final da cavalgada foi servido um delicioso churrasco aos cuidados do Famoso "Mata Bode", olha ele aí...





ATRAÇÕES:









STF: Lei Municipal que veda eventos patrocinados por empresas de bebidas e cigarros em SP é constitucional

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 305470 e julgou improcedente a ação direta de inconstitucionalidade ajuizada no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) contra a Lei Municipal 12.643/1998. A norma local veda a realização de eventos patrocinados por produtoras, distribuidoras, importadoras ou representantes de bebidas alcoólicas ou de cigarros em imóveis de propriedade do Município de São Paulo. A decisão do colegiado foi tomada na sessão desta terça-feira (18).


A constitucionalidade da Lei Municipal 12.643/1998, de iniciativa parlamentar, foi questionada à época no Tribunal de Justiça pelo prefeito de São Paulo, que alegou vício de iniciativa. O TJ-SP julgou procedente a ação, entendendo que a norma extrapolava o poder do Legislativo e possibilitava ingerência no Executivo municipal, “abalando as funções de organizar, de superintender e de dirigir os serviços públicos, em evidente afronta ao princípio da independência e harmonia dos Poderes”. Contra essa decisão, a Câmara Municipal interpôs o recurso extraordinário do Supremo.
Segundo o ministro Teori Zavascki, que proferiu o voto vencedor do julgamento, não ficou evidenciado que a lei tenha invadido a esfera de atribuição própria do prefeito. “O diploma local impugnado sequer demanda do Poder Executivo qualquer conduta comissiva, mas simplesmente lhe impõe uma restrição quanto à realização de eventos”, afirmou. “A simples competência do prefeito de exercer a administração dos bens imóveis do município não impede que o Poder Legislativo imponha limitações à realização de eventos nesses locais”.
Em seu voto, o ministro também afastou a alegação de que a lei ofenderia o artigo 22, inciso XXIX, da Constituição Federal, que atribui à União a competência privativa para legislar sobre propaganda comercial. “A restrição imposta pela lei recai, não sobre as empresas de cigarro e bebidas alcoólicas, mas sim sobre a Administração Pública municipal, encontrando-se, assim, no âmbito de competência do Poder Legislativo local”, concluiu.
Relatora
O julgamento do RE teve início em 2005, quando a relatora, ministra Ellen Gracie (aposentada), votou pelo desprovimento, com o entendimento de que compete ao prefeito regular a utilização do patrimônio municipal, e de que foge à competência municipal a regulação da propaganda de bebidas alcoólicas e derivados do tabaco. Naquela ocasião, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Joaquim Barbosa (aposentado). Em 2015, seu sucessor, ministro Edson Fachin, que integra a Primeira Turma, enviou a causa à Presidência, que a devolveu à Segunda Turma, cabendo ao ministro Teori, próximo na ordem de votação, dar sequência ao julgamento. Seguiram seu voto, na sessão de hoje, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O ministro Dias Toffoli não votou, por ser sucessor da ministra Ellen Gracie na Turma.
Fonte: STF

Hoje candidato: Crivella se desculpa por críticas a católicos, religiões africanas e homossexuais em 1999

O candidato a prefeito do Rio Marcelo Crivella (PRB) pediu desculpas por trechos de livro em que critica católicos, homossexuais e religiões africanas. Na publicação, de 1999, Crivella diz que a Igreja Católica e outras religiões “pregam doutrinas demoníacas”. Afirma, ainda, que os gays não devem ser tratados com menosprezo ou discriminação, mas que são vítimas desse “terrível mal, vivendo sem paz e numa condição lamentável para o ser humano”.


“As poucas referências ao catolicismo foram equivocadas e extremistas feitas por um jovem missionário, cujo zelo imaturo da fé levou a cometer esse lamentável erro. Isso infelizmente ocorre”, escreveu o senador licenciado em nota. Crivella diz amar “os católicos, espíritas, evangélicos e a todos”. “Se alguma vez os ofendi, peço perdão. O mesmo em relação à homossexualidade”, acrescentou.
Trechos do livro Evangelizando a África, escrito pelo bispo licenciado da Igreja Universal quando ele vivia como missionário na África, foram publicados nesse domingo pelo jornal O Globo.
Na publicação, diz que a Igreja Católica “tem pregado para seus inocentes seguidores a adoração aos ídolos e a veneração a Maria como sendo uma deusa protetora” e que as religiões de matriz africana abrigam “espíritos imundos” e que praticam o sacrifício de crianças. “As tradições africanas permitem toda sorte de comportamento imoral, até mesmo com crianças de colo”, escreve.
Crivella também responsabiliza demônios por condutas como vícios, adultério e a homossexualidade. “O pai viciado e adúltero provavelmente passará o mesmo espírito para o seu filho. E quando ele morre, o espírito se manifesta no seu filho que prontamente negligencia sua esposa e seus filhos para prosseguir nessa conduta maligna.”
Adversário de Crivella no segundo turno, Marcelo Freixo (Psol) atacou as posições do bispo licenciado. “Crivella revela em seu livro quem é o verdadeiro candidato à prefeitura do Rio. Mostra todo o seu preconceito. Nós queremos uma cidade com mais tolerância, menos preconceito e que tenha espaço para todos os grupos e religiões”, disse.
A assessoria do candidato do PRB afirma que o livro foi escrito em inglês e zulu, “num ambiente de guerras, superstição e feitiçaria.” “As poucas referências ao catolicismo foram equivocadas e extremistas feitas por um jovem missionário, cujo zelo imaturo da fé levou a cometer esse lamentável erro. Isso infelizmente ocorre”, afirmou o senador licenciado. Crivella disse que, na época, era movido “pela convicção equivocada de um dogma religioso”. “Ofendemos sem intenção a quem amamos”, emendou. “Erros cometidos no passado, há muito corrigidos pela maturidade do presente, só confirmam o que disse antes: sou candidato a prefeito, não a perfeito. Perfeito só Deus!”

Belém: TRE cassa candidatura de Zenaldo por uso de máquina pública na campanha


O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) decidiu cassar a candidatura de Zenaldo Coutinhoe seu vice, Orlando Reis Pantoja, ambos do PSDB, ao segundo turno na disputa eleitoral para prefeito de Belém.  A defesa de Zenaldo disse que irá recorrer da decisão. 
Zenaldo Coutinho foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições municipais de Belém. Ele teve 241.166 votos, que correspondem a 31,02% do total das urnas de Belém. De acordo com a pesquisa Ibope divulgada no dia 15 de outubro, ele teria entre 39% e 47% dos votos no segundo turno.
A decisão, que deve ser publicada na tarde desta quinta-feira (20), entendeu que os candidatos se beneficiaram de conduta ilícita, configurando abuso de autoridade e uso do dinheiro público para alavancar a candidatura.

Propaganda proibida
Segundo o juiz Antonio Cláudio Von Lohrmann Cruz, os candidatos do PSDB usaram o site oficial da Prefeitura e um perfil oficial em rede social do município para fazer propaganda eleitoral em época proibida. De acordo com a decisão, "não se trata apenas de disponiblizar propaganda institucional em período vedado, mas também promover o réu Zenaldo Coutinho em afronta ao princípio administrativo da impessoalidade e um abuso de autoridade na legislação eleitoral", diz a decisão. Segundo o juiz, houve “abuso de poder político e desvirtuamento dos recursos materiais, humanos, financeiros e de comunicação da administração púbica”.
Uma decisão absolutamente desproporcional diante do processo eleitoral (...). Temos segurança que estamos no caminho certo e vamos ter a vitória no tribunal"
O candidato disse que os endereços da internet citados pelo magistrado devem passar por perícia para que seja provada sua inocência. "Está exatamente sendo pedida uma perícia para que seja avaliada (a denúncia), e esta perícia não foi feita. Nós iremos aguardar o processo judicial, nossos advogados estão tratando o assunto", disse Zenaldo, que classificou a decisão como exagerada.
"Uma decisão absolutamente desproporcional diante do processo eleitoral", disse. "Temos segurança que estamos no caminho certo e vamos ter a vitória no tribunal", afirmou o candidato, que continua em campanha. "Acreditamos na justiça e estamos trabalhando firme e forte. Agenda continua absolutamente normal, tanto nas reuniões, visitas e caminhadas quanto no programa eleitoral", concluiu.
Fonte: G1/Pa.