quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Comunicação: Deputado Renato Ogawa cria blog para divulgar ações de seu mandato.





"Criamos um novo canal de comunicação do Mandato. Nosso blog já está online." escreveu o Deputado no facebook.

Basta clicar no link: http://renatoogawa.blogspot.com.br/


Depois de crítica de Cármen Lúcia, Renan pede a Temer reunião de chefes dos três Poderes

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pediu ao presidente Michel Temer que organize uma reunião entre os chefes dos três Poderes para “colocar a casa em ordem”. A solicitação veio após as prisões preventivas de quatro membros da Polícia Legislativa do Senado, na última sexta-feira (21). Além de Temer e Renan, estão previstas as participações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia.


Em coletiva de imprensa na tarde de ontem (segunda, 24), Renan se mostrou visivelmente contrariado com a ação da Polícia Federal (PF), que deflagrou a Operação Métis a fim de afastar do cargo agentes legislativos acusados de atrapalhar as investigações da força-tarefa daOperação Lava Jato ao realizar varreduras para detectar possíveis escutas instaladas em apartamentos oficiais de senadores. Renan fez duras críticas ao juiz Vallisney Souza de Oliveira - responsável pelo pedido de prisão, o qual chamou de “juizeco”, à PF e ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, a quem se referiu como “chefete de polícia”.
Apesar de ter recebido apoio do ministro do STF, Gilmar Mendes, a presidente da Corte, Cármen Lúcia, saiu em defesa dos juízes e pediu “respeito” ao presidente do Senado. A partir daí, a crise entre Legislativo e Judiciário ficou ainda mais acirrada. Cármen Lúcia não pronunciou o nome de Renan, mas disse que a cada agressão a um juiz, ela própria se sente agredida.
“Todas as vezes que um juiz é agredido, eu e cada um de nós juízes é agredido. E não há a menor necessidade de numa convivência democrática livre e harmônica, haver qualquer tipo de questionamento que não seja nos estreitos limites da constitucionalidade e da legalidade”, disse a ministra.
Cármen Lúcia ponderou que a categoria não está imune a erros, mas defendeu que as falhas devem ser questionadas “nos meios recursais próprios”. “Somos humanos, temos erros. Por isso existe esse Conselho Nacional de Justiça, para fortalecer um poder Judiciário coerente com os princípios constitucionais, com as demandas e aspirações do povo brasileiro”, argumentou a ministra, que ainda lembrou o trecho da Constituição Federal que trata da independência e harmonia entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
“Assim como a ministra cobra respeito ao Judiciário, eu peço respeito ao Legislativo. O Senado tem sido vítima, reiteradamente, de abuso de juízes de primeira instância, que não têm competência para atuar nessa instância”, afirmou o presidente do Senado a aliados, segundo o jornal O Globo.
Limite de gastos
As reações de Renan têm causado preocupação do Executivo, que está empenhado em aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC 241/2016) que estabelece o limite de gastos públicos nos próximos 20 anos. A matéria está em processo de votação na Câmara nesta tarde (terça, 25), e, se for aprovada, segue para o Senado. O governo vê como essencial o apoio de Renan Calheiros para que a PEC seja colocada na ordem do dia da Casa ainda este ano. Para isso, uma boa relação entre Executivo e Legislativo é vista como primordial pelo Planalto.

"87,9" - Rádios comunitárias devem utilizar mesma frequência onde funcionam

Uma rádio comunitária não pode utilizar exclusivamente uma frequência de transmissão e deve observar as regras de funcionamento do serviço, conforme legislação própria. O entendimento é da 4ª Vara Federal de Goiás, que negou pedido de uma rádio comunitária que buscava a mudança do indicador da frequência para uma separada das demais. A frequência de rádios comunitárias são designadas por município.
O pedido era da Associação Cristã Shallon, que requereu à Justiça liminar para obrigar a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a mudar a frequência do sinal de sua rádio comunitária, chamada Rádio Dourada FM 87,9 e localizada em Aparecida de Goiânia (GO). A entidade alegou que outras cinco rádios comunitárias utilizavam a mesma frequência, o que, no seu entendimento, causava “enormes transtornos”.
A liminar foi negada após a Anatel prestar informações. A associação então recorreu da decisão, com o mesmo pedido, que foi contestado pela Procuradoria Federal no Estado de Goiás (PF/GO) e pela Procuradoria Federal Especializada junto a agência (PFE/Anatel)
Os procuradores federais explicaram que, de acordo com a legislação referente ao Serviço de Radiodifusão Comunitária, é designado apenas um único canal de operação para as rádios comunitárias por município e não por estação. Portanto, o canal é reutilizado por todas as estações do serviço, pois o objetivo do serviço comunitário é atender somente a uma área territorial restrita.
Além disso, os procuradores afirmaram que a eventual liberação de outra frequência para a impetrante configuraria verdadeira intervenção indevida do Poder Judiciário em competência privativa da Poder Executivo, pois competiria exclusivamente à União, por meio do Ministério das Comunicações, promover a outorga para execução de serviços de telecomunicações, e à Anatel conceder autorização do uso de radiofrequência e licenciamento prévio das estações, nos moldes previstos na Constituição Federal e na Lei 9.612/1998.
Ao analisar o mérito, o juiz Juliano Taveira Bernardes negou o pedido da rádio. Na sentença, o juiz reconheceu que a questão merece uma análise mais aprofundada por parte da Administração Pública. Juliano Bernardes aponta, inclusive, que está em andamento na Anatel uma Consulta Pública sobre a possibilidade de abertura de novas frequências para rádios comunitárias.
No entanto, complementa o juiz, enquanto não alterada a legislação a respeito, não compete ao Judiciário intervir, ainda que para corrigir a suposta omissão do Poder Público em atualizar a lei. "Afinal, em sendo diversas as soluções possíveis para corrigir o problema, não cabe ao Judiciário interferir na tarefa de legislar a respeito, menos ainda quando tampouco dispõe de dados técnicos suficientes para excepcionar a legislação que rege o sistema nacional de telecomunicações". Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.
MS 6585-54.2015.4.01.3500
Clique aqui para ler a sentença.
Fonte: Conjur

PEC 241, agora rumo ao Senado!

Com 359 votos favoráveis, a Câmara dos Deputados aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição 241/16, conhecida como PEC do Teto de Gastos Públicos por impor limites para os gastos federais pelos próximos 20 anos. O texto votado é um substitutivo do projeto original e teve 116 votos contrários.
No primeiro turno, a proposta recebeu 366 votos favoráveis, 111 contrários e duas abstenções. Ao todo, 479 parlamentares votaram no primeiro turno e 477 na segunda fase de apreciação, que durou mais de sete horas e tratou do texto principal da PEC 241/2016.
Ainda é necessário votar os destaques. Depois dessa fase, o projeto será enviado ao Senado. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), espera concluir a apreciação do tema em novembro para que a proposta seja promulgada e anexada à Constituição Federal.
Se a proposta for aprovada no Senado, os limites orçamentários serão corrigidos anualmente pelo IPCA acumulado em 12 meses até junho do ano anterior. Mas em 2017 o cálculo será diferente, contabilizando o limite a partir da despesa paga este ano corrigido em 7,2% (inflação prevista para o ano).
Já no décimo ano de vigência da PEC, os critérios poderão ser revistos pelo presidente da República uma vez a cada mandato. Caso haja excesso de gastos de um dos poderes durante a vigência da medida, o Executivo poderá compensá-los no orçamento seguinte em até 0,25% do limite.
A PEC do Teto de Gastos Públicos é polêmica. Enquanto a oposição critica a medida dizendo que a limitação vai retirar recursos das áreas sociais, principalmente da saúde e da educação, a base do governo afirma que não haverá cortes nessas áreas e que a limitação de gastos é fundamental para a retomada do crescimento econômico e do emprego, além do fim da recessão.
Em manifestação à Câmara dos Deputados, a PGR afirmou que o projeto é inconstitucional por dar ao Executivo a prerrogativa de limitar os gastos dos outros poderes. Mas ressaltou que a inconstitucionalidade pode ser sanada com repasses anuais ao Judiciário assim que o país passe a apresentar superávits primários.
Além da manifestação institucional da PGR, juízes, membros do Ministério Público e advogados públicos assinaram nota técnica conjunta contra a PEC. Eles afirmaram no texto que os investimentos previstos na Constituição Federal para as áreas de saúde e educação não podem sofrer alterações por serem cláusulas pétreas, ou seja, garantidoras de direitos que não podem ser negados ou diminuídos.  Com informações das agências Brasil e Câmar
Fonte: Conjur

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bragança: Realizada 1ª Cavalgada Camponesa da Fazenda São Marcos


No domingo dia 16.10, aconteceu a tão esperada “ 1ª Cavalgada  Camponesa da Fazenda São Marcos” na  Vila do Campinho Estrada Montenegro em Bragança no Pará.

O elogiado evento contou com  a participação de comitivas das cidades de  Bragança, Vizeu e Santa Luzia do Pará, com a presença registrada de “João do Galo”, “Dos amigos”, “Vem quem Quer”, “Fazenda Reunida Comitiva do Berg” e “Arrebenta Porteira”.

Participação da Locutora de Rodeio, Jocácia Mendes de Marabá e a Dupla Sertaneja Tom & Dasso.

A festa teve a organização de Marco Leal, Lena Leal & Família


"O evento surgiu de uma brincadeira que um amigo me disse: Marco faça uma cavalgada em sua fazenda para irmos passar um dia de lazer e confraternizarmos, aí aconteceu e foi um sucesso" conta Marco Leal.

"O objetivo é reunir os amigos cavaleiros e fazendeiros para brincarmos e se divertir, além de divulgar o esporte que é prazeroso e charmoso" disse Lena Leal umas das organizadoras do Evento

A 1ª  Cavalgada contou com aproximadamente  500 pessoas, sendo 200 cavaleiros com seus respectivos cavalos e o restante fazendeiros  e pessoas comuns brincantes.

Com o sucesso do primeiro evento, a "Cavalgada Camponesa da Fazenda São Marcos" vai ocorrer sempre no 3º domingo de Outubro na Fazenda São Marcos na Vila Campinho em Bragança no Pará.

REGISTROS CONSEGUIDOS PELO BLOG:

Ronaldo Leal, Nato Costa, Ex-prefeito de Stª Luzia e Judenir Leal          


Prefeito de Stª Luzia Adamor Aires




Marco Leal, Jocácia Mendes e Lena Leal


Marco Leal, Tom, Anacira e Ronaldo Leal


Ao final da cavalgada foi servido um delicioso churrasco aos cuidados do Famoso "Mata Bode", olha ele aí...





ATRAÇÕES:









STF: Lei Municipal que veda eventos patrocinados por empresas de bebidas e cigarros em SP é constitucional

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário (RE) 305470 e julgou improcedente a ação direta de inconstitucionalidade ajuizada no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) contra a Lei Municipal 12.643/1998. A norma local veda a realização de eventos patrocinados por produtoras, distribuidoras, importadoras ou representantes de bebidas alcoólicas ou de cigarros em imóveis de propriedade do Município de São Paulo. A decisão do colegiado foi tomada na sessão desta terça-feira (18).


A constitucionalidade da Lei Municipal 12.643/1998, de iniciativa parlamentar, foi questionada à época no Tribunal de Justiça pelo prefeito de São Paulo, que alegou vício de iniciativa. O TJ-SP julgou procedente a ação, entendendo que a norma extrapolava o poder do Legislativo e possibilitava ingerência no Executivo municipal, “abalando as funções de organizar, de superintender e de dirigir os serviços públicos, em evidente afronta ao princípio da independência e harmonia dos Poderes”. Contra essa decisão, a Câmara Municipal interpôs o recurso extraordinário do Supremo.
Segundo o ministro Teori Zavascki, que proferiu o voto vencedor do julgamento, não ficou evidenciado que a lei tenha invadido a esfera de atribuição própria do prefeito. “O diploma local impugnado sequer demanda do Poder Executivo qualquer conduta comissiva, mas simplesmente lhe impõe uma restrição quanto à realização de eventos”, afirmou. “A simples competência do prefeito de exercer a administração dos bens imóveis do município não impede que o Poder Legislativo imponha limitações à realização de eventos nesses locais”.
Em seu voto, o ministro também afastou a alegação de que a lei ofenderia o artigo 22, inciso XXIX, da Constituição Federal, que atribui à União a competência privativa para legislar sobre propaganda comercial. “A restrição imposta pela lei recai, não sobre as empresas de cigarro e bebidas alcoólicas, mas sim sobre a Administração Pública municipal, encontrando-se, assim, no âmbito de competência do Poder Legislativo local”, concluiu.
Relatora
O julgamento do RE teve início em 2005, quando a relatora, ministra Ellen Gracie (aposentada), votou pelo desprovimento, com o entendimento de que compete ao prefeito regular a utilização do patrimônio municipal, e de que foge à competência municipal a regulação da propaganda de bebidas alcoólicas e derivados do tabaco. Naquela ocasião, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Joaquim Barbosa (aposentado). Em 2015, seu sucessor, ministro Edson Fachin, que integra a Primeira Turma, enviou a causa à Presidência, que a devolveu à Segunda Turma, cabendo ao ministro Teori, próximo na ordem de votação, dar sequência ao julgamento. Seguiram seu voto, na sessão de hoje, os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. O ministro Dias Toffoli não votou, por ser sucessor da ministra Ellen Gracie na Turma.
Fonte: STF

Hoje candidato: Crivella se desculpa por críticas a católicos, religiões africanas e homossexuais em 1999

O candidato a prefeito do Rio Marcelo Crivella (PRB) pediu desculpas por trechos de livro em que critica católicos, homossexuais e religiões africanas. Na publicação, de 1999, Crivella diz que a Igreja Católica e outras religiões “pregam doutrinas demoníacas”. Afirma, ainda, que os gays não devem ser tratados com menosprezo ou discriminação, mas que são vítimas desse “terrível mal, vivendo sem paz e numa condição lamentável para o ser humano”.


“As poucas referências ao catolicismo foram equivocadas e extremistas feitas por um jovem missionário, cujo zelo imaturo da fé levou a cometer esse lamentável erro. Isso infelizmente ocorre”, escreveu o senador licenciado em nota. Crivella diz amar “os católicos, espíritas, evangélicos e a todos”. “Se alguma vez os ofendi, peço perdão. O mesmo em relação à homossexualidade”, acrescentou.
Trechos do livro Evangelizando a África, escrito pelo bispo licenciado da Igreja Universal quando ele vivia como missionário na África, foram publicados nesse domingo pelo jornal O Globo.
Na publicação, diz que a Igreja Católica “tem pregado para seus inocentes seguidores a adoração aos ídolos e a veneração a Maria como sendo uma deusa protetora” e que as religiões de matriz africana abrigam “espíritos imundos” e que praticam o sacrifício de crianças. “As tradições africanas permitem toda sorte de comportamento imoral, até mesmo com crianças de colo”, escreve.
Crivella também responsabiliza demônios por condutas como vícios, adultério e a homossexualidade. “O pai viciado e adúltero provavelmente passará o mesmo espírito para o seu filho. E quando ele morre, o espírito se manifesta no seu filho que prontamente negligencia sua esposa e seus filhos para prosseguir nessa conduta maligna.”
Adversário de Crivella no segundo turno, Marcelo Freixo (Psol) atacou as posições do bispo licenciado. “Crivella revela em seu livro quem é o verdadeiro candidato à prefeitura do Rio. Mostra todo o seu preconceito. Nós queremos uma cidade com mais tolerância, menos preconceito e que tenha espaço para todos os grupos e religiões”, disse.
A assessoria do candidato do PRB afirma que o livro foi escrito em inglês e zulu, “num ambiente de guerras, superstição e feitiçaria.” “As poucas referências ao catolicismo foram equivocadas e extremistas feitas por um jovem missionário, cujo zelo imaturo da fé levou a cometer esse lamentável erro. Isso infelizmente ocorre”, afirmou o senador licenciado. Crivella disse que, na época, era movido “pela convicção equivocada de um dogma religioso”. “Ofendemos sem intenção a quem amamos”, emendou. “Erros cometidos no passado, há muito corrigidos pela maturidade do presente, só confirmam o que disse antes: sou candidato a prefeito, não a perfeito. Perfeito só Deus!”

Belém: TRE cassa candidatura de Zenaldo por uso de máquina pública na campanha


O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) decidiu cassar a candidatura de Zenaldo Coutinhoe seu vice, Orlando Reis Pantoja, ambos do PSDB, ao segundo turno na disputa eleitoral para prefeito de Belém.  A defesa de Zenaldo disse que irá recorrer da decisão. 
Zenaldo Coutinho foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições municipais de Belém. Ele teve 241.166 votos, que correspondem a 31,02% do total das urnas de Belém. De acordo com a pesquisa Ibope divulgada no dia 15 de outubro, ele teria entre 39% e 47% dos votos no segundo turno.
A decisão, que deve ser publicada na tarde desta quinta-feira (20), entendeu que os candidatos se beneficiaram de conduta ilícita, configurando abuso de autoridade e uso do dinheiro público para alavancar a candidatura.

Propaganda proibida
Segundo o juiz Antonio Cláudio Von Lohrmann Cruz, os candidatos do PSDB usaram o site oficial da Prefeitura e um perfil oficial em rede social do município para fazer propaganda eleitoral em época proibida. De acordo com a decisão, "não se trata apenas de disponiblizar propaganda institucional em período vedado, mas também promover o réu Zenaldo Coutinho em afronta ao princípio administrativo da impessoalidade e um abuso de autoridade na legislação eleitoral", diz a decisão. Segundo o juiz, houve “abuso de poder político e desvirtuamento dos recursos materiais, humanos, financeiros e de comunicação da administração púbica”.
Uma decisão absolutamente desproporcional diante do processo eleitoral (...). Temos segurança que estamos no caminho certo e vamos ter a vitória no tribunal"
O candidato disse que os endereços da internet citados pelo magistrado devem passar por perícia para que seja provada sua inocência. "Está exatamente sendo pedida uma perícia para que seja avaliada (a denúncia), e esta perícia não foi feita. Nós iremos aguardar o processo judicial, nossos advogados estão tratando o assunto", disse Zenaldo, que classificou a decisão como exagerada.
"Uma decisão absolutamente desproporcional diante do processo eleitoral", disse. "Temos segurança que estamos no caminho certo e vamos ter a vitória no tribunal", afirmou o candidato, que continua em campanha. "Acreditamos na justiça e estamos trabalhando firme e forte. Agenda continua absolutamente normal, tanto nas reuniões, visitas e caminhadas quanto no programa eleitoral", concluiu.
Fonte: G1/Pa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Elogio de pastor a político não configura abuso de poder religioso

O fato de líderes religiosos elogiarem candidatos a cargos políticos durante suas celebrações não configura abuso de poder religioso nem afronta regra da Lei Geral das Eleições que proíbe propaganda política em igrejas. O entendimento é do juiz Augusto Bruno Mandelli, da 87ª Zona Eleitoral de São Paulo (Penápolis).
A ação foi movida contra o prefeito reeleito de Penápolis, Célio José de Oliveira (PSDB), e seu vice, Carlos Alberto Feltrim (PMDB), pela chapa rival Renovação e Mudança Nasce Uma Esperança (PSB, PTB e PP). O grupo alegou que os dois vencedores do pleito, então candidatos, foram elogiados durante um culto religioso na cidade pelo pastor que o ministrava.
Para as três siglas, o fato de os elogios terem durado “considerável parcela de tempo” e sido feitos ao “som de música emotiva” configuram o abuso de poder religioso. Citaram ainda que o artigo 37 da Lei 9.504/1997 proíbe propaganda eleitoral em igrejas. Os partidos pediram também que o caso fosse enquadrado como abuso de poder econômico e captação ilícita de voto.
Nenhum dos argumentos foi aceito pelo juiz eleitoral, mas o abuso de poder econômico foi tratado de maneira mais aprofundada por ele, pois não é delimitado em lei alguma, ou seja, não pode ser considerado crime. “Ainda que se possa admitir o contrário, o abuso deve estar comprovado nos autos da maneira cabal, com critérios seguros, sem margem para suposições, presunções ou influência ideológica.”
Para o julgador, os autores misturam crimes ao longo da peça inicial, citando o suposto abuso de poder religioso em alguns momentos e propaganda irregular em outras.
Trilha sonora
Mandelli disse ainda que a “considerável parcela de tempo” não passou de um pronunciamento de pouco mais de dois minutos e que a “música emotiva” não tem valor para análise jurídica, pois “não se pode esperar estilo de música diverso (funk, pagode, rap, rock ou axé) no âmbito religioso tradicional”.
“Impossível considerar 2 min 26 seg como algo significativo a ponto de caracterizar conduta abusiva. A própria representante transcreveu a fala do pastor em apenas 3 parágrafos que, somados, não preenchem a uma lauda”, escreveu na decisão.
Ele detalhou também o pronunciamento do líder religioso, que enalteceu qualidades do prefeito, mas em momento algum falou sobre campanha. “Não se discute o cargo político almejado, não há menção às propostas e nem exaltação das qualidades pessoais do candidato. Importante notar que no vídeo o então candidato - e agora prefeito reeleito - sequer pronuncia uma única palavra.”
O juiz eleitoral disse também não acreditar que líderes religiosos tenham tamanho poder a ponto de influenciar seus fiéis. “Com todo respeito, esta tese é temerária, seja por ignorar que as pessoas que praticam a religião o fazem por respeito e fidelidade ao respectivo dogma (e não propriamente ao 'culto' ou ao 'pastor' – embora possa haver certa admiração pela forma da liturgia e pela pessoa do líder), seja por esquecer que é natural e saudável que as convicções que cada eleitor traz possam influenciar na escolha dos candidatos.”
Sobre o suposto abuso de poder econômico, Mandelli critica novamente a peça, alegando que só há imputações genéricas. Em relação à captação ilícita de voto, o julgador afirmou que não houve crime porque em momento algum foi pedido apoio ao candidato.
“Não houve, por parte do pastor, violação da vontade pessoal de cada eleitor de escolher tal ou qual candidato. O pastor não pediu votos para Célio e nada indica que tenha pressionado os fiéis neste sentido”, disse, complementando que apoiar ou elogiar candidatos durante período eleitoral não caracteriza, sozinho, abuso de poder ou propaganda ilícita.
“O que caracteriza o abuso (religioso ou não) não é e não pode ser a quantidade de eleitores que o sujeito consegue atingir, mas as circunstâncias de cada caso (pedido explícito de voto, coação moral ou física, ameaça de punição ou demissão etc.). Deixando de lado a ausência de estatística sobre a quantidade de eleitores que frequentam igrejas e a de filiados a sindicatos, ONGs, etc., o fato concreto é que o abuso de poder não tem qualquer relação com o número de eleitores que possam ser atingidos”, concluiu o juiz eleitoral.
Clique aqui para ler a decisão.
Fonte: Conjur

domingo, 16 de outubro de 2016

IBOPE: Pesquisa encomendada pela TV LIBERAL aponta Edmilson com 46% e Zenaldo com 43%


Ibope: Edmilson, 46%, Zenaldo 43%, brancos/nulos, 9%, não sabem, 2%

Nos votos válidos em Belém, o resultado é: Edmilson, 52%, Zenaldo, 48%.
Pesquisa ouviu 602 eleitores em 11 e 13 de outubro; margem é de 4 pontos.




Foi divulgada neste sábado (15) a primeira pesquisa Ibope de intenção de voto para a Prefeitura deBelém no segundo turno.
O levantamento do instituto foi encomendado pela TV Liberal.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que, considerando a margem de erro, a chance de o resultado retratar a realidade é de 95%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.
Votos totais:
Edmilson (PSOL) - 46% (pela margem de erro, entre 42% e 50%)
Zenaldo Coutinho (PSDB) - 43% (pela margem de erro, entre 39% e 47%)
- Branco/nulo/nenhum: 9%
- Não sabe/não respondeu: 2%
Votos válidos:
- Edmilson (PSOL): 52% (pela margem de erro, entre 48% e 56%)
- Zenaldo Coutinho (PSDB): 48% (entre 44% e 52%)
Para calcular os votos válidos, são excluídos da mostra os votos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos. Esse procedimento é o mesmo usado pela Justiça Eleitoral na hora de divulgar o resultado oficial da eleição.
O Ibope ouviu 602 eleitores entre 11 e 13 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) sob o protocolo PA-08127/2016.

Avaliação da administração Zenaldo Coutinho
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação da administração do prefeito Zenaldo Coutinho (PSDB). Veja os números:

- Ótima/Boa: 29%
- Regular: 38%
- Ruim/Péssima: 34%
- Não sabem avaliar: 0%

Segundo o Ibope, 51% desaprovam a forma como Zenaldo vem administrando o município; 41% declaram que a aprovam. Aqueles que não sabem ou preferem não responder somam 7%.

Avaliação da administração Simão Jatene
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação da administração do governador Simão Jatene (PSDB). Veja os números:

- Ótima/Boa: 24%
- Regular: 41%
- Ruim/Péssima: 35%
- Não sabem avaliar: 0%

Fonte: G1/Pará

Barcarena: Obrigado pelos 505 votos conquistados nesta eleição de 2016



Como candidato a vereador, encerro o pleito de 2016, muito feliz, com a sensação do dever cumprido, trabalhei de forma honesta, transparente e com muito respeito aos cidadãos barcarenenses e aos demais colegas que concorreram junto comigo ao cargo de vereador, com a consciência tranquila, sem denegrir qualquer um de meus “adversários políticos”, apresentei meu trabalho e minhas propostas, seguindo os princípios democráticos.

Quero agradecer a DEUS, que me guiou durante toda campanha, aos meus familiares: esposa, pais, filhos, sogros (as), cunhados (as), primos, tios (as) e sobrinhos que não mediram esforços para contribuir com a nossa campanha, aos meus amigos de longas datas, aos novos amigos conquistados durante a campanha, aos apoiadores e amigos políticos: Prefeito Vilaça, Vice - Prefeito Paulo Alcantara, Deputado Estadual Renato Ogawa e Deputada Federal Elcione Barbalho.

A campanha política me possibilitou conquistar muitos amigos e quero agradecer em especial aos #505eleitores que votaram em mim e que acreditaram no meu trabalho e delegaram a mim a possibilidade de representá-los na Câmara Legislativa de Barcarena. Fica aqui registrado a minha vontade de abraçar cada um de vocês, olhar olho no olho e como gesto de gratidão retribuir a confiança que vocês depositaram em mim, com a minha eterna amizade.

Nessa eleição aprendi que o voto conquistado perpassa acima de tudo das amizades construídas e que nada pode abalar essa amizade sincera e verdadeira e que nas horas difíceis os seus verdadeiros amigos continuarão do seu lado com todo apoio e gestos de carinho. É certo que perdemos nas urnas, mas é mais certo que ganhamos na vida, e assim quero seguir a minha vida política, construindo grandes e verdadeiras amizades.

A vocês toda minha gratidão!

Continuarei sendo o Carlos Baía que todos conhecem, estou aqui para o que der e vier e se vocês precisarem de mim estarei aqui, sempre intermediando em prol dos interesses coletivos, sempre em busca de soluções, sempre amigo daqueles que me acionam.

Abraços e meu muito obrigado!

(Carlos Baía)

Aguardem as novidades do Blog.