terça-feira, 1 de setembro de 2015

Advogado fala em ‘arrancar’ cabeça de Dilma; deputado petista pede investigação.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), apresentou nesta segunda-feira (31) uma série de requerimentos à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça, ao Ministério Público Federal e à Ordem dos Advogados (OAB), solicitando investigação das ameaças feitas por um advogado de Brasília à presidente Dilma Rousseff.
Candidato a deputado federal pelo PSDB do Distrito Federal em 2014, Matheus Sathler Garcia divulgou um vídeo na internet em que sugere à presidente que renuncie, fuja do Brasil ou suicide até o próximo domingo (6), sob pena de ser destituída pelos militares e ter a cabeça arrancada. 

“Caso contrário, o sangue vai rolar. E não de inocentes. E vamos fazer um memorial na Praça dos Três Poderes: um poste de cabeça pra baixo. Com a foice e o martelo, nós vamos arrancar sua cabeça e fazer um memorial”, disse o advogado, no vídeo de 2 minutos e 58 segundos, gravado por ele mesmo no último dia 25.


Esclarecimentos
Paulo Pimenta pediu à PF que chame o advogado a explicar as ameaças feitas à presidente. “Ele terá uma oportunidade para reafirmar as ameaças e esclarecer o teor de sua manifestação”, disse o deputado. O petista lembrou que um cidadão americano foi detido, nos Estados Unidos, após ameaçar de morte o presidente Barack Obama.
Um ofício pedindo providências foi enviado pelo parlamentar ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Pela legislação brasileira, cabe ao titular dessa pasta encaminhar os procedimentos relativos à apuração de crimes contra a honra que envolvam o presidente da República.
Outros três encaminhamentos foram feitos pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos. Pimenta pediu ao Gabinete de Segurança Institucional que reforce a segurança no dia 7 de setembro. Ele também solicitou ao Ministério Público Federal que apure se o advogado praticou incitação ao crime e à OAB que instaure processo disciplinar contra Matheus Sathler.
O deputado ressalta que o advogado também defende a adoção de mecanismos violentos de rompimento da ordem constitucional, “com flagrante escárnio” pelos princípios do Estado Democrático de Direito.
“Dilma Rousseff, renuncie, fuja do Brasil ou se suicide até o dia 6 de setembro, às 23h59. Caso contrário, como anunciado, dia 7 de setembro a gente não vai pacificamente para as ruas. Vamos juntamente com as Forças Armadas, populares do Brasil, defender o povo brasileiro e te tirar do poder. O povo brasileiro está cansado de ser escravizado por você, escravocrata de impostos. Você, que implantou a ditadura, comunista de cuba. Pegou em armas, foi derrotada e será derrotada mais uma vez”, disse o advogado.
Ainda no vídeo, o ex-candidato a deputado disse que sua fala não era uma ameaça. “Eis que um dia a tartaruga foi destronada da sua arrogância de autoridade. Aqui não é uma ameaça nem aviso, porque quando o povo agir, não terá mais volta”, disse Matheus Sathler. “Que Deus traga a paz à nossa nação. Divulgue essa informação”, concluiu.

“Kit Macho”
Esta não é a primeira vez que o advogado se envolve em polêmicas. Em sua fracassada tentativa de chegar à Câmara, no ano passado, ele defendeu a instituição de um “Kit Macho” e de um “Kit Fêmea”, que seriam cartilhas a serem distribuídas nas escolas para “ensinar homem a gostar de mulher e mulher a gostar de homem”.
Os kits, segundo ele, serviriam para neutralizar as ações que são desenvolvidas pelo programa federal “Brasil Sem Homofobia”. O então candidato tucano acusou o governo Dilma de “ensinar” homossexualidade às crianças brasileiras.
Evangélico, ligado à Assembleia de Deus Ministério Missão Vida, o advogado se apresenta como líder do Movimento Mais Valores, Menos Impostos. Em entrevista ao portal UOL, durante a campanha, Matheus Sathler declarou que tinha ideias inovadoras para “livrar a família brasileira de sua total destruição, como vem tentando fazer o PT (Partido dos Trabalhadores), que é o partido de Satanás”.


Brasileiros acham que Operação Lava Jato pode ‘acabar em pizza’, revela pesquisa

As prisões e condenações judiciais de dezenas de pessoas poderosas não impressionam a maioria dos brasileiros. Decepcionados com Dilma e Lula, que na sua opinião conheciam os esquemas de corrupção na Petrobras, eles estão céticos quanto aos rumos da Operação Lava Jato e acreditam que há risco de tudo “acabar em pizza”.
Essa é, em linhas gerais, a visão que os brasileiros com mais de 16 anos têm da investigação que sacudiu o mundo político, aprofundou o pessimismo em relação à economia nacional e mantém há vários meses a república sob estresse.
Os dados foram colhidos pelo instituto Paraná Pesquisas entre os últimos dias 24 e 27, em levantamento que ouviu 2.060 pessoas em 154 cidades, no Distrito Federal e em 23 estados.
Em pergunta estimulada, nada menos que 65,6% dos entrevistados concordaram que “as investigações da Operação Lava Jato correm o risco de acabar em pizza”, enquanto outros 9,2% disseram que “talvez” seja esse o seu desfecho. Só para 24,6% não há tal risco.
Veja outros resultados da pesquisa.
Dilma, Lula e a Lava Jato
Para 83,5% dos brasileiros, a presidente Dilma Rousseff sabia dos esquemas de corrupção na Petrobras. O índice é um pouco maior para o ex-presidente Lula – 84,2%.
Na opinião de 75,7% da população, Dilma deveria fazer um pedido de desculpas ao país pelas roubalheiras reveladas pela Operação Lava Jato.
De quem é a responsabilidade
A “falta de fiscalização dos tribunais competentes” foi apontada por 42,9% como a principal responsável pela corrupção na Petrobras, bem acima da responsabilidade atribuída ao governo (26,1%), aos partidos políticos e às campanhas eleitorais (13,3%), aos diretores e funcionários da Petrobras (4,4%), às empreiteiras (3,2%) e aos deputados e senadores (2,7%).
Punições são consideradas leves
Para 54,2%, as prisões e demais punições já aplicadas contra réus da Lava Jato são consideradas penas “leves”. Só 3,8% consideram que “está havendo exagero”; 40,6% definiram as punições anunciadas até agora como “justas”.
Ceticismo
Embora a grande maioria (71,5%) considere positivas para o país as investigações em curso, contra apenas 21,4% que as qualificaram como negativas, nota-se ceticismo dos brasileiros em relação ao alcance da  ação do Judiciário, da Polícia Federal e do Ministério Público.
Na opinião de 47,2% dos entrevistados, a Lava Jato deixará de fora “muita corrupção que não será apurada nem trazida a público”. O percentual é maior do que o daqueles que acreditam que “muita corrupção ainda será apurada e trazida a público” ou de quem pensa que “a maior parte da corrupção já foi apurada e trazida a público” (5,9%).
Para 48,6%, a corrupção no Brasil “continuará como está” após a Lava Jato; 8,6% acham que ela aumentará; e 41,6% creem que ela diminuirá.
Políticos com mandato
Com ligeira vantagem para a banda mais cética, a população se divide quase ao meio ao analisar as perspectivas de punição de políticos com direito a foro privilegiado (e portanto, sujeitos a julgamento do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, e não da Justiça Federal em Curitiba, como os demais réus).
Para 47,8%, os políticos com mandato envolvidos com corrupção serão favorecidos e não “terão a mesma punição dos condenados da Operação Lava Jato”. Outros 43,6% acham que a punição será a mesma para os dois grupos.
A esmagadora maioria (83,2%) diz, no entanto, que nunca mais votará nos políticos envolvidos na Operação Lava Jato – lista encabeçada pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha, e do Senado, Renan Calheiros.
Delações premiadas
Muito questionadas pelos advogados dos réus, as delações premiadas são apoiadas por 55,1% dos entrevistados e rejeitadas por 37,5%.
Conhecimento do caso e do juiz Sérgio Moro
Em todas as regiões do país, é bastante alto o percentual de brasileiros que dizem ter ouvido falar ou estar acompanhando as investigações da Lava Jato. Os números variam de 91%, nas regiões Norte e Centro-Oeste, a 94%, no Sudeste e no Sul. A média nacional também é bastante elevada: 93,5%.
Mas só 16,8% foram capazes de dizer o nome do juiz Sérgio Moro, que comanda a operação: 13% no Nordeste, 26% no Sul, 15,4 no Sudeste e 18,6%.
Privatização da Petrobras
A privatização da Petrobras foi rejeitada por 58,3% dos entrevistados e apoiada por 35,8%; 5,9% não têm opinião formada sobre o assunto ou preferiram não responder a pergunta.


Eleições: Advogado Elson Soares "O Guardião dos Injustiçados" pode concorrer à prefeitura de Belém em 2016.

Advogado Elson Soares
O conceituado advogado paraense Dr. Elson Soares, batizado pela população como o “Guardião dos Injustiçados”, que atualmente é comentarista jurídico do programa de rádio “Mix Atualidades” na Rádio Mix Belém 100,9 pode ser uma das grandes surpresas da corrida eleitoral pela prefeitura de Belém em 2016. 

Se isso acontecer, ele será mais um concorrente de peso para a renovação na política paraense, em especial da capital paraense.

Não é de hoje que o Advogado vem sendo ‘sondado’ por inúmeros partidos políticos para ter seu nome levado as urnas eleitorais. Nas últimas eleições por exemplo, Elson Soares foi convidado a concorrer ao cargo de Dep. Federal, mas devido os problemas de saúde de sua mãe, resolveu dedicar-se aos últimos dias de vida da mãezinha.

Fontes informaram-me que Elson Soares, estaria disposto a concorrer as eleições vindouras, pode ser como Prefeito como querem a maioria dos amigos, ou até mesmo a vereador. O detalhe é que, em qualquer função política, O “Guardião dos Injustiçados” tem seu público.


No programa de rádio “Mix Atualidades” apresentado pelo polêmico apresentador Nonato Pereira, quase que diariamente o Advogado pré-candidato, é “colocado na parede” pelo apresentador, para se manifestar acerca das manifestações favoráveis a sua candidatura. Mesmo com sua Inteligência e com o dom da oratória, Elson não consegue se “esquivar” da vontade popular.



Será um Bom Nome!!!



Água calma? Cuidado!!!