quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Evento: Barcarena também comemora os 10anos do 'SUAS' (Sistema único de Assistência Social)

O Sistema único de Assistência Social (SUAS) completa 10 anos de trabalhos intensos para redução da extrema pobreza, rompendo um ciclo de assistencialismo e promovendo a expansão de benefícios no Brasil, através do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 


O município de Barcarena está entre os favorecidos com as melhorias estratégicas e por isso não poderia deixar de comemorar essa data em grande estilo.

O sucesso do SUAS será comemorado por trabalhadores e usuários barcarenenses, que ao longo desses anos participaram efetivamente de cada conquista, e assistiram a criação e expansão dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) -  ao todo quatro, localizados em Barcarena (Sede), São Francisco, Vila do Conde e Arapari - e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Henrica de Nazaré.


 
  
A marca escolhida para festejar os 10 anos “representa o fim da etapa de criação, estruturação e implantação do Suas para o início de uma fase de consolidação da política de assistência social”, explica a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Ieda Castro, no site do MDS. 








O evento vai acontecer na próxima sexta-feira (21), a partir das 16h, na Praça da Matriz, em Barcarena Sede, com a presença de representantes do governo e Sociedade Civil Organizada, que terão a oportunidade de assistir apresentação teatral e de música pelos usuários da rede socioassistencial, apresentações culturais e um “pipaço” com funcionários, crianças e jovens. 




Vai ter ainda distribuição de brindes, estandes com amostras dos serviços e o momento de parabéns ao redor do bolo de 3 metros de comprimento, celebrando o sucesso do SUAS no município.







Texto: Larissa Reis/Ascom-Semas

CPI quer ouvir diretores do Google, Facebook e Twitter sobre crimes na internet

A CPI dos Crimes Cibernéticos, da Câmara, aprovou na terça-feira (18) os 16 requerimentos apresentados até o momento pelos integrantes do colegiado e que tratam de pedidos de informação e convites para ouvir especialistas, membros do Ministério Público e das forças policiais que atuam no enfrentamento e combate a crimes cometidos no âmbito da internet.
Os deputados convidarão para falar na CPI os presidentes do Google Brasil Internet Ltda., Microsoft do Brasil, Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. e Twitter Brasil Rede de Informação Ltda. A comissão foi criada para investigar crimes contra os direitos humanos, direitos fundamentais, como a criação de perfis falsos ou satíricos com o objetivo de subtração de dados; crimes contra a honra, inclusive injúrias raciais, racismo e agressões a homossexuais; pedofilia e crimes como estelionatos e extorsões.
A CPI também pedirá cópia de relatórios, análises e estudos do Grupo de Trabalho de Enfrentamento aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal e da Unidade de Repressão de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal.
Além dos presidentes das empresas de internet, como o Google, a comissão também aprovou os convites para ouvir a procuradora da República que coordena o Grupo de Trabalho de Enfrentamento aos Crimes Cibernéticos do Ministério Público Federal, Neide Mara Cavalcanti Cardoso de Oliveira; o delegado federal Carlos Eduardo Miguel Sobral, chefe da Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal e integrante da Diretoria da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).
Os deputados também vão ouvir os representantes da organização não governamental (ONG) Safernet Brasil, que trabalha com o enfrentamento a crimes contra os direitos humanos na internet, e do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI).
A CPI decidiu ainda fazer audiências para discutir o que está sendo feito pelas empresas de telecomunicações e de aplicações de internet para contribuir no combate aos crimes cibernéticos. Os crimes cibernéticos que afetam o sistema bancário do país e um debate para discutir as implicações de crimes digitais nos sistemas de informática do governo e nos bancos de dados que contenham informações privadas de cidadãos também serão tratados em audiência do colegiado.